segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Festival Erotic Burlesque



A arte burlesca surgiu na Europa, como uma sátira aos costumes da época no século 17. Artistas da música, dança, circo e canto se uniam para escarnecer a hipocrisia.
Com o passar das décadas essa arte teve seus altos e baixos e foi se modificando.
Na década de 1930, durante a Lei Seca esteve em alta, mas com a chegada da televisão perdeu seu espaço.
Chegou a quase sumir do mapa, mas como sempre tem alguém que valoriza o que o passado produziu de bom, o burlesco foi resgatado e vem crescendo novamente.
Hoje temos o “neo burlesque”, a possibilidade de enriquecer essa antiga arte com a estética e música atuais.
Mas, independentemente do estilo adotado, um burlesco bem executado é sempre lindo.
Pode ser clássico, cômico, moderno... tendo elegância e muito charme e, a dose certa de sensualidade o sucesso é garantido.
Como é uma performance burlesca:
Geralmente a artista mescla à sua arte base um belo strip tease, parcial na maioria das vezes, mas que pode, sim, ser total!
Ou seja: Pode realizar uma cena bem teatral enquanto vai tirando as peças de roupa de forma bem sensual, ou pode cantar, dançar, fazer acrobacias... as possibilidades são infinitas.
O figurino também varia bastante:
Na modalidade mais tradicional é comum o uso de corset (espartilho), meias 7/8, brilhos e plumas.
No neo-burlesque a vestimenta fica mais livre.
E não pense que só as mulheres tem vez. O homens podem praticar o burleesco também. Geralmente à performance masculina é dado o nome de “boylesque”.
Criatividade (muita, muita e muita) é o ingrediente mais valioso de uma boa performance.
Uma grande oportunidade de estar frente a frente com esta arte é o Festival Erotic Burlesque
A edição de 2015 acontecerá em 25/10, no Café Aurora, casa tradicional da noite paulistana situada na Bela Vista
Realizado pelas artistas Lady Evil e Nubia del Fuego, o evento espera tornar o burlesco mais conhecido do grande público, bem como colaborar com a união dos e das artistas. Vai ser um momento de deleite, mas também de confraternização e até bons contatos pessoais e profissionais.
Os ingressos estão à venda.
Festival Erotic Burlesque 2015: https://www.facebook.com/events/884516351621221/





Na fanpage do festival será possível continuar acompanhando a agenda de eventos e tendo várias notícias sobre o burlesco por terras tupiniquins: https://www.facebook.com/eroticburlesque


quarta-feira, 29 de julho de 2015

Alesha - Malagueña



 Pequenos trechos da música Malagueña, que dancei na comemoração do meu aniversário.



Essa música me emociona. E a letra nem é aquilo tudo, mas a forma sofrida com a qual é cantada...



Agradeço imensamente quem esteve presente neste dia.

terça-feira, 14 de julho de 2015

Núbia Ferro ou... Núbia Del Fuego!

Estou para fazer um post sobre burlesco, mas enquanto espero a inspiração e o tempo conseguirem se encontrar vou escrevendo sobre uma dançarina em especial que trabalha com o burlesco, mas com muitas outras modalidades de dança também.
Imaginem uma pessoa que dance jazz, tribal, dança do ventre, burlesco, dança tailandesa, dança cigana turca, cancã, dança indiana eeeeee...  nossa, deve ter mais alguma coisa que não estou lembrando agora!
Então, essa pessoa é a Núbia Ferro!
Versátil, talentosa e divertida essa mocinha encanta todo mundo!
Comecei mencionando o burlesco porque no próximo dia 25 essa moçoila vai ministrar um workshop de “Strip Tease Chic”, ou seja, uma bela base pra quem quer enveredar pela arte burlesca ou seguir pelo strip mesmo.



Quer ver essa moça dançar um bocadinho?

 
Quer fazer aulas, ver shows ou sei lá o que mais? https://www.facebook.com/monicaevelyn.montesumaferro?fref=nf ou tribo2001@ig.com.br





quarta-feira, 24 de junho de 2015

Mundo Obscuro Zine

Se você é do tipo que sempre se achou um pouco diferente da maioria das pessoas ao seu redor, se sempre teve uma especial simpatia por roupas, filmes, músicas, literatura ou lugares exóticos, acho que vai gostar desse blog!

MUNDO OBSCURO ZINE!!!

Natália Fênix, idealizadora do blog, traz a público a cultura alternativa com dicas de filmes, artistas underground, shows e por aí vai.

Mas nem sempre é tudo tão obscuro quanto você pode estar pensando! Ela também fala de arte burlesca, pole dance e outras atividades que fazem parte de seu universo ou formas de arte que ainda não são muito conhecidas do grande público.

Pra melhorar ela acabou de lançar um canal no Youtube onde colocará sempre matérias interessantíssimas.

Legal, né?

Eu me identifico muito e acho que vocês vão gostar!

Visite este Mundo Obscuro!




terça-feira, 19 de maio de 2015

Fugindo do clichê

A moda dos anos 1950 é a minha preferida. Uma fofura sem fim!
Mas me digam com franqueza: Quando você pensa em uma roupa estilo anos 50 o que é a primeira coisa que vem à cabeça?
Aposto que é alguma coisa em preto de bolinhas brancas!
Pelo menos nas primeiras vezes que a gente pensa nesse tema, essa é a combinação que costuma surgir.
Mas, a partir do momento que você cria mais intimidade com esse estilo logo dá chance a muitas outras opções.
Então esse post é pra inspirar quem ainda está com a síndrome do “preto de bolinha branca” a pensar em outras possibilidades. Embora essa combinação clássica tenha seu valor!


Dá pra manter as bolinhas, mudando as cores:




Dá pra fugir das bolinhas, mas manter o preto e branco!
Ops, nesse aqui até tem as bolinhas em P&B, mas predominam as caveirinhas!


E dá pra fugir tanto das bolinhas quanto do P&B e se encher de flores, cerejas, xadrezes, gatinhos e uma infinidade de alternativas!









Veja bem, não estou dizendo para abolirmos o "preto de bolinhas brancas" de nosso guarda-roupas, muito pelo contrário, como todo clássico vale apena ter alguma peça desse padrão! E pra isso em breve faço um post só nessa combinação pra vocês!

Mas espero que tenham gostado de ver estas sugestões.
Você pode adquirir peças como estas aqui: http://www.elo7.com.br/roupas-femininas/al/4B469 

Beijos e até a próxima!





segunda-feira, 6 de abril de 2015

Festival Yes, nós temos burlesco!

Sabe o que é Burlesco???
É a fusão de dança e teatro com muita sensualidade. Suas raízes estão lá atrás, na Commedia dell'arte, mas foi na primeira metade do século passado que ele chegou mais próximo desse modelo que conhecemos hoje.

Não vou ficar explicando em detalhes aqui porque já existem dezenas de sites e blogs fazendo isto. Vou apenas provocá-los um pouquinho...

O que posso dizer é que é envolvente e que aqui em terras tupiniquins tem uma pitadinha de pimenta a mais!


E agora que já estão devidamente provocados, os convido a um fim de semana mergulhados nesse universo.


Teatro Cacilda Becker
Rua Do Catete 338, 22220-001 Rio de Janeiro

Sábado, a partir das 20h (entrada R$20 e R$10 – meia)
10 artistas incríveis mostrando o burlesco brasileiro!

Domingo, a partir das 17h (Entrada Franca!)
Exibição do filme “Pinta” (2013), de Jorge Alencar.
18h30 – Bate-papo com o tema “O que me faz burlesca?”
20h – Lançamento do Site Brasil Burlesco, de Giorgia Conceição (Miss G), apoiado pelo programa Rumos Itaú Cultural.

Aqui todos os detalhes, inclusive a lista dos artistas que se apresentarão:

Curta a página do Yes, nós temos Burlesco! 

quinta-feira, 5 de março de 2015

A violência contra a mulher na ditadura

Hoje não vou nem escrever nada, vou apenas colar aqui o texto publicado no site da Agência Patrícia Galvão no fim do ano passado. Nem sei o que dizer, só sei que isso devia ser esfregado na cara de muita gente.
Aproveitem e vasculhem o site, tem muita coisa boa para ser lida.
http://agenciapatriciagalvao.org.br/violencia/violencia-sexual-era-pratica-disseminada-periodo-da-ditadura-aponta-relatorio-da-cnv/

Então lá vai!


(Géssica Brandino/ Agência Patrícia Galvão, 11/12/2014) A violência sexual como método de tortura física e psicológica como política de Estado vitimou mulheres e homens durante a Ditadura Militar, constituindo graves violações aos direitos humanos e crimes contra a humanidade. Para elas, entretanto, a crueldade era intensificada pelo fato de serem mulheres. Depoimentos das sobreviventes colocam em evidência os múltiplos métodos usados pelos agentes da repressão:  estupros, humilhação ininterrupta, desnudamento forçado, abortos provocados, separação dos filhos e tortura contra os companheiros e familiares.
O cenário desumano é detalhado no capítulo “Violência sexual, violência de gênero e violência contra as mulheres e crianças” do Relatório Final da Comissão Nacional da Verdade (CNV), divulgado ontem (10/12). O texto utilizou como base a definição de “discriminação contra a mulher” da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher (CEDAW), definida como toda distinção, exclusão ou restrição baseada no sexo e que tenha por objeto ou resultado prejudicar ou anular o reconhecimento, gozo ou exercício pela mulher dos direitos humanos e liberdades fundamentais.
Lucia Murat, contou em depoimento à CNV em maio ter sido vítima de tortura sexual, e que poderia ter provocado sua própria morte, caso tentasse se proteger. “Eu ficava nua, com o capuz na cabeça, uma corda enrolada no pescoço, passando pelas costas até as mãos, que estavam amarradas atrás da cintura. Enquanto o torturador ficava mexendo nos meus seios, na minha vagina, penetrando com o dedo na vagina, eu ficava impossibilitada de me defender, pois, se eu movimentasse os meus braços para me proteger, eu me enforcava e, instintivamente, eu voltava atrás”.
Com base em testemunhos como o de Lucia junto a investigações do grupo de trabalho “Ditadura e Gênero”, a CNV constatou que a violência sexual praticada por agentes públicos ocorria de forma disseminada,  com registros que coincidem com as primeiras prisões, logo após o golpe de Estado, constituindo instrumento de tortura e violação dos Direitos Humanos.
“Inserida na lógica da tortura e estruturada na hierarquia de gênero e sexualidade, a violência sexual relatada por sobreviventes da ditadura militar constitui abuso de poder não apenas se considerarmos poder como a faculdade ou a possibilidade do agente estatal infligir sofrimento, mas também a permissão (explicita ou não) para fazê-lo. Foi assim que rotineiramente, nos espaços em que a tortura tornou-se um meio de exercício de poder e dominação total, a feminilidade e a masculinidade foram mobilizadas para perpetrar a violência, rompendo todos os limites da dignidade humana”, descreve o texto.
De acordo com o Estatuto de Roma, citado pelo documento, a agressão sexual, escravidão sexual, prostituição, gravidez e esterilização forçadas ou qualquer outra forma de violência sexual de gravidade comparável constituem crimes contra a humanidade.
Práticas como detenção arbitrária e tortura, por meio de choques nos órgãos genitais, golpes nos seios e no estômago para provocar aborto ou afetar a capacidade reprodutiva, introdução de objetos e/ou animais na vagina e/ou ânus e choque elétrico nos genitais foram cometidas contra as mulheres presas em diversos locais: DEIC, DOI-CODI, DOPS, Base Aérea do Galeão, batalhões da Polícia do Exército, Casa da Morte (Petrópolis), Cenimar, CISA, delegacias de polícia, Oban, hospitais militares, presídios e quartéis. A violência sexual nesses locais era empregada como arma.
As mulheres, militantes ou não, incluindo religiosas, eram tidas como merecedoras de violações pelos militares, formados em uma ótica sexista e homofóbica. Para as militantes, porém, a situação se agravava. Contra elas a tortura também era empregada para arrancar delações sobre namorados, maridos e companheiros. Entre os casais presos, era comum que a mulher fosse violentada na frente do parceiro, imobilizado no pau de arara e também vítima de violência.
Márcia Bassetto Paes relatou ao CNV a tortura sofrida quando foi presa com Celso Giovanetti Brambilla pelo Deops/SP, em 28 de abril de 1977. “Na questão da mulher, a coisa ficava pior porque… quer dizer pior, era pior para todo mundo, não tinha melhor para ninguém, né? Mas [...] existia uma intenção da humilhação enquanto mulher. Então, o choque na vagina, no ânus, nos mamilos, alicate no mamilo, então… eram as coisas que eles faziam. Muitas vezes, eu fui torturada junto com Celso Brambilla porque a gente sustentou a questão de ser noivo. Eles usaram, obviamente, essa situação, esse vínculo, suposto vínculo, além da militância, que seria um vínculo afetivo também, para tortura”.
A maternidade também era usada como instrumento de desestruturação das mulheres. Ameaças aos filhos recém-nascidos, injeções para cortar o leite das lactantes e separação compulsória das crianças eram frequentes. “Mutilações nos seios privaram mães de amamentar seus bebês. Úteros queimados com choques elétricos tornaram muitas mulheres incapazes de engravidar ou de levar adiante uma gestação”, revela o documento.
Com menos de dois anos de idade, a filha de Eleonora Menicucci de Oliveira, atual ministra chefe da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, então militante, foi ameaçada pelo uso de choques elétricos, por Lourival Gaeta. “Um dia, eles me levaram para um lugar que hoje eu localizo como sendo a sede do Exército, no Ibirapuera. Lá estava a minha filha de um ano e dez meses, só de fralda, no frio. Eles a colocaram na minha frente, gritando, chorando, e ameaçavam dar choque nela. (…) Até depois de sair da cadeia, quase três anos depois, eu convivi com o medo de que a minha filha fosse pega”.
Muitas vítimas fatais da ditadura foram submetidas à violência sexual antes de desaparecer ou de serem assassinadas. Foi o caso de Anatalia de Souza Melo Alves, que teve os órgãos genitais queimados, antes de sua morte, em janeiro de 1973, no local em que funcionava a Seção de Comissariado da Delegacia de Segurança Social da Secretaria de Estado dos Negócios de Segurança Pública, em Pernambuco.
O relatório aponta também as marcas permanentes deixadas nas mulheres que sobreviveram à tortura: medo, vergonha, angústia e interferência nas decisões sobre os rumos para a própria vida.
“O fato de os crimes terem sido cometidos por agentes públicos encarregados de proteger a sociedade, a vida e a integridade física de seus cidadãos os fez aumentar o sofrimento da maioria dos sobreviventes, que ainda hoje padecem ao lidar com o estigma em torno dos crimes sexuais, a indiferença da sociedade e a impunidade dos violadores”, aponta o documento.
Essa é a realidade de Cristina Moraes Almeida, presa pela primeira vez aos 19 anos, em 1969. Nas sessões de tortura, sofreu mutilações na região do tórax e nos seios e teve a perna estraçalhada por uma furadeira.
“Eu quero esquecer. Mas eu te pergunto: qual é o profissional, na Psicologia, que vai apagar essas marcas? Não tem. Não tem. E hoje em dia eles [torturadores] dizem: ‘eu não sei, eu não vi, não me comprometa’. Olha, tacharem como torturador é um elogio. Assassino em série, sem sombra de duvida. [...] Eu quero sair deste capítulo. Porque eu estou vivendo como se fosse ontem”.
A feminista Maria Amélia de Almeida Teles, a Amelinha, foi presa na Operação Bandeirante (OBAN) com o marido, César, em 1972, quando era militante política. Na prisão foi torturada e teve a maternidade usada contra ela ao ter suas crianças, Janaína e Edson, raptadas na Operação Bandeirante e levadas à sala de tortura para presenciar a violência sofrida pelo casal na prisão. Após o lançamento do relatório final da CNV, Amelinha declarou esperar que a justiça seja feita para as vítimas.
“O estupro era usado largamente. Muitas mulheres foram estupradas e até diria que as que foram assassinadas ou estão desaparecidas também viveram uma violência sexual como arma do inimigo, quando o Estado se declara dono do corpo dela, com poder político e social sobre ela”, afirma a ativista, que explica que, “durante a Ditadura Militar, foi grande o número de depoentes vítimas que denunciaram os estupros e nós, do movimento feminista, entendemos que o estupro praticado por um agente do Estado, em pleno exercício da sua função, como uma ação repressiva deve ser considerado uma violação de direitos humanos e crime de lesa-humanidade. Portanto, são crimes imprescritíveis e que devem ser devidamente punidos, como previsto pelos tratados internacionais”.



P.S. de 16/3
Algumas matérias muito interessantes ainda relacionadas à época da ditadura


Livro reúne histórias de crianças presas, torturadas ou exiladas durante a ditadura no Brasil

http://oglobo.globo.com/cultura/livros/livro-reune-historias-de-criancas-presas-torturadas-ou-exiladas-durante-ditadura-no-brasil-14496104  

10 mitos sobre a ditadura no Brasil (ou: Por que você não vai querer que ela volte) 

http://guiadoestudante.abril.com.br/blogs/atualidades-vestibular/10-mitos-sobre-a-ditadura-no-brasil-ou-por-que-voce-nao-vai-querer-que-ela-volte/?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_guiadoestudante  



sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Sailor girls

A inspiração de hoje são as tatuagens old school de marinheiras.

Adoro!!!!

Arrisco dizer que quem trouxe esse tema à tona foi o grande tatuador Sailor Jerry (o nome já é sugestivo), que por muito tempo tatuou os marinheiros americanos e popularizou esse tema. Navios, âncoras, marinheiros e marinheiras foram alguns dos desenhos mais difundidos por ele, mas sua arte era muito mais abrangente. Para conhecer um pouco mais sobre Sailor Jerry indico: http://www.ideafixa.com/we-love-tattoo-quem-foi-sailor-jerry e http://en.wikipedia.org/wiki/Sailor_Jerry , este segundo em inglês, mas há dezenas de blogs contando sobre sua vida por aí.

Mas hoje meu foco são as “sailor girls”.



De Sailor Jerry:




Esta temática permanece inspiradora para tatuadores de todo o mundo. Abaixo alguns desenhos que gosto, mas nem de todos sei a autoria, infelizmente.

Angelique Houtkamp


Dawnii


Autoria por mim desconhecida:




Me aventurei a reproduzir alguma coisa...





Espero que tenham gostado!
Beijos

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

O fim de semana chegou, é tempo de se divertir!!!

Uhuuuuu! O fim de semana tá aí!
Já vai dando aquele comichão, aquela vontade de sair...Então vamos dar uma olhadinha na agenda de eventos rock anos 50 e 60, desse fim de semana e dos próximos,  pra armarmos nosso topete e colocar a saia pra rodar!

Ilustrando o tema, nosso queridinho (pelo menos meu queridinho ele é!) Brian Setzer

Amanhã (sábado 21/2), a partir das 20h,  tem Rockabilly Party em Mauá – SP
Av. Capitão João, 1724 B, 09360-120 Mauá
Entrada: Homem : R$10,00.
Mulher : Free.

Domingo, 22/2, a partir das 15h, Rockabilly Fest em São Paulo - SP
Local: Santa Ceia - Beer & Grill
Rua Tuiuti, 2844 - Tatuapé - SP
CEP: 03307-005 - a 15 minutos do Metrô Tatuapé
Entrada: R$15 Aceita-se cartões

Sexta-feira, 27/2, a partir das 23h30, Rockabilly Boogie em São Paulo – SP
Local: Inferno Club.
Rua Augusta, 501
Entrada: Homem $15 e Mulher VIP até 01:00h com nome na lista !!
Após: H/M $25 ou $50 (consumação)
Lista: lista@infernoclub.com.br

No mês que vem...

1º de Março, domingo, a partir das 14h30, 11ª Rockibira – evento ao ar livre para conhecer a galera da cena rockabilly de Sampa e aprender a dançar. São Paulo – SP
Av. Pedro Álvares Cabral, SN - Portão 10 ( Parque Ibirapuera)
Gratis

8 de março, domingo, a partir das 17h, Rockabilly Dancing Party em São Paulo – SP
Local: Tex Redneck Bar
R. Augusta, 1053
Entrada: R$ 20,00


E vão se preparando, porque em maio tem um evento que promete!


As saias da Kelly

A Kelly não freou seus impulsos! Teve vontade de encher seu armário de saias godê, foi lá e encomendou logo três!
Uma verde de bolinhas brancas, super delicadinha, uma preta lisa e uma vermelha de bolinha azul.
Ah, a vermelha de bolinha azul... me apaixonei por ela. Aliás, sempre que faço uma roupa dessa combinação me apaixono.


Esse modelo que ela escolheu é a saia godê simples, não é a mais rodada, mas é super gostosa de usar e muito feminina.



 Quer encomendar uma? Tem aqui: http://www.elo7.com.br/saia-gode/dp/AC5D0

Veja mais algumas opções de cores e estampas:



Um vestido assim, rodadão, pra curtir muito a festa.

Sabe quando dá aquela vontade de ir para uma festa rockabilly e dançar freneticamente? 

Então, já vem à nossa mente uma saia beeem rodada, ocupando espaço na pista, não é?

Foi para estas ocasiões que criei esse novo vestido. A saia é godê disco (ou godê guarda-chuva, como preferir!), tem decote V e uma golinha super bacana. 
Roda mesmo! Levanta! Acompanha seus movimentos.

Quer dançar arrasando? Coloca um desses!